As etiquetas se apagam?
Etiquetas comuns perdem legibilidade por atrito, gordura ou solvente.

Impressoras industriais, etiquetas resistentes (atrito, gordura, manuseio), ribbons resina e leitores para identificar peças, números de parte, lotes e estoque. Orientamos conforme volume e armazém.




Em autopeças, uma etiqueta mal escolhida pode gerar peças mal identificadas, erros de número de parte ou perda de rastreabilidade de origem. Por isso definimos impressora, etiqueta, ribbon e leitura conforme o ambiente do armazém e o manuseio.
Na Gustavo D. Campos te ajudamos a montar o sistema completo para identificar peças, componentes, números de parte e estoque.
A maioria não se nota até gerar um envio errado, uma peça sem identificar ou um faltante em estoque. Identificá-los a tempo evita que escalem.
Etiquetas comuns perdem legibilidade por atrito, gordura ou solvente.
Uma impressora pequena não suporta a rotação de um autopecista médio.
Uma etiqueta comum descola e vai para outra peça sem deixar rastro: o número de peça deixa de garantir algo.
Sem coletor, o inventário de peças é feito em planilha e fica desatualizado.
O ribbon errado não resiste ao manuseio com gordura ou solvente.
A etiqueta de autopeças é pequena e precisa levar muito: número de peça, fornecedor, lote, quantidade e um 2D. Isto é o que vai nela e com o que se resolve.
Se a montadora pedir etiqueta Odette, a impressora tem que ser industrial de 6": nenhuma de mesa dá conta.
O fluxo de autopeças em 4 momentos: da recepção da peça ao despacho ao cliente.
Entrada de peças com número de parte, fornecedor e lote para identificação clara desde o primeiro movimento de estoque.
Estoque controladoIdentificação em racks, gavetas, prateleiras e corredores do armazém para acelerar a busca e reduzir erros.
Picking mais rápidoLeitura rápida em preparação de pedidos com coletor portátil que percorre o armazém sem voltar ao sistema central.
Menos erros de montagemEtiqueta de caixa, pacote e código de tracking do transportador para integração com transportadora ou logística própria.
Saída sem reprocessosO rendimento depende de que impressora, etiqueta, ribbon e leitor resistam ao ambiente do armazém.
Consultar combinação recomendada



Te ajudamos a definir a combinação correta antes de comprar.
Quanto mais claras estiverem essas variáveis ao consultar, mais concreta e útil será a recomendação que receberá.
Peça pequena, média, grande ou componente complexo.
Armazém com graxa, solvente ou pó: poliéster com resina.
Alfanumérico longo ou DataMatrix pequeno: pode pedir 300 dpi.
Se a peça não pode ser reetiquetada: etiqueta de segurança (VOID).
Integração com o sistema de gestão e o catálogo.
Contagem com coletor ou com leitor conforme quantas posições você tem.
Com essa informação podemos te recomendar melhor.
As consultas que mais recebemos quando alguém monta ou renova um sistema de etiquetagem para este setor.
Para armazéns de volume médio-alto costumam funcionar bem Zebra ZT411, SATO CL4NX ou Honeywell PM45: chassis metálico, conectividade para integrar com ERP de catálogo e largura ampla. Se a operação é pequena, há alternativas semi-industriais tipo Zebra ZD421T ou Honeywell PD45.
Para autopeças recomendamos etiquetas sintéticas (poliéster ou polipropileno) com ribbon resina: resistem atrito, gordura, solvente e manuseio intenso. As térmicas comuns não suportam esse ambiente. A escolha depende do tipo de peça e da durabilidade esperada.
Se seu armazém tem vários corredores ou racks e os pedidos são montados percorrendo, um coletor portátil tipo Zebra TC22 ou Honeywell EDA52 reduz erros e tempo. Para balcão ou caixa com código fixo, um leitor de mão tipo Zebra DS2208 basta.
Conte-nos que tipo de peças você etiqueta, que volume maneja e que ambiente tem seu armazém. Recomendamos impressora, etiqueta, ribbon e leitor conforme sua operação.