As mudanças de preço estão lentas?
Marcar preços à mão atrasa a reposição e gera erros.

Etiquetadoras manuais, impressoras compactas, etiquetas de preço e leitores de ponto de venda para comércios, supermercados e redes. Orientamos conforme volume, formato de etiqueta e tipo de operação.




No varejo, uma etiqueta mal colocada pode gerar diferenças de preço, reclamações de clientes ou perda de venda. Por isso definimos etiquetadora, etiqueta e leitura conforme o tipo de comércio e o volume de mudanças diárias.
Na Gustavo D. Campos te ajudamos a montar o sistema completo para preços, gôndola, balcão e inventário.
A maioria não se nota até gerar uma reclamação no caixa, uma diferença de preço ou um faltante de estoque. Identificá-los a tempo evita que escalem.
Marcar preços à mão atrasa a reposição e gera erros.
Adesivos pobres falham em embalagem plástica, frio ou filme.

Leitores básicos falham com códigos em tela ou embalagem brilhante.

Uma impressora doméstica não suporta o volume de um super ou rede.
Sem leitor portátil, o inventário é feito em planilha e se enche de erros.
As duas estão certas. O etiquetador manual ganha na gôndola pequena e na remarcação rápida; a térmica ganha quando o código de barras entra em jogo e o volume sobe.
Muitos comércios usam as duas: Printex para a gôndola, térmica para o código. Não é uma ou outra.
O fluxo de varejo em 4 momentos: da marcação de preços ao controle de inventário.
Marcação rápida de preços em gôndola, balcão e reposição diária, com etiquetadora manual ou impressora compacta para evitar diferenças.
Preços consistentes na lojaEtiquetas de balança, padaria, rotisseria e produtos a granel com peso, data e código para venda direta ao consumidor.
Etiqueta clara na vendaLeitura rápida no POS com código de barras, QR de descontos ou fidelização, sobre embalagem brilhante ou tela de celular.
Caixa sem demorasContagem de estoque e reposição com coletor portátil para percorrer a loja sem voltar ao sistema central a cada passo.
Estoque real atualizadoO rendimento depende de que etiquetadora, etiqueta, impressora e leitor sejam compatíveis.
Consultar combinação recomendada



Te ajudamos a definir a combinação correta antes de comprar.
Quanto mais claras estiverem essas variáveis ao consultar, mais concreta e útil será a recomendação que receberá.
Preço à mão com etiquetadora ou código de barras impresso para ler no caixa.
Quantos preços mudam: até algumas centenas por semana, uma etiquetadora basta.
Cada uma leva outro formato e outro adesivo.
Se você cobra com QR ou lê telas de celular, o leitor tem que ser 2D.
Leitor por USB ou RS-232 conforme o sistema de ponto de venda.
Contagem com coletor no salão ou com leitor no estoque.
Com essa informação podemos te recomendar melhor.
As consultas que mais recebemos quando alguém monta ou renova um sistema de etiquetagem para este setor.
Para volume médio funcionam bem térmicas diretas compactas tipo Zebra ZD220, ZD230 ou Brother TD-4420DN: rápidas, econômicas e fáceis de usar em balcão ou retaguarda. Se é uma loja pequena com baixa rotação, uma etiquetadora manual pode bastar. Te ajudamos a avaliar volume e formato antes de escolher.
Para POS convém um leitor imager 1D/2D tipo Zebra DS2208 ou Datalogic QuickScan: lêem códigos impressos e em tela de celular (QR, descontos, fidelização). Se precisa de mãos livres, há opções de apresentação. Se quer inventário móvel, convém um coletor portátil.
Geralmente etiquetas térmicas ou ilustração com adesivo permanente ou removível conforme a embalagem. Para frio ou filme convém adesivo extra. Para balança usamos térmica direta específica. A escolha depende do produto e da duração esperada da etiqueta.
Conte-nos que tipo de comércio você tem, quantas mudanças de preço faz por dia e que formato de etiqueta usa. Recomendamos etiquetadora, etiqueta e leitor conforme sua operação.