Os lotes estão se misturando?
Sem identificação serializada, os lotes se confundem entre linhas e turnos.

Impressoras industriais, etiquetas resistentes, ribbons e leitores para identificar matérias-primas, lotes, produtos acabados e ativos na planta. Orientamos em cada combinação conforme volume, ambiente e processo produtivo.




Na indústria, uma etiqueta mal escolhida pode gerar erros de rastreabilidade, mistura de lotes ou produtos sem identificar. Por isso definimos equipamento, etiqueta, ribbon e leitura conforme o ritmo da planta, os materiais e a exigência ambiental.
Na Gustavo D. Campos te ajudamos a montar o sistema completo para identificar matérias-primas, lotes, produtos acabados e ativos ao longo de toda a produção.
A maioria não se nota até gerar um lote rejeitado, uma peça sem rastreio ou uma parada de linha. Identificá-los a tempo evita que escalem.
Sem identificação serializada, os lotes se confundem entre linhas e turnos.
Químicos, calor ou atrito tornam uma etiqueta comum ilegível em poucos dias.

Uma impressora de mesa não suporta o ritmo de uma linha contínua.
Códigos mal impressos ou muito pequenos não lêem bem na planta.
O ribbon errado perde aderência com calor ou solvente.
Quatro agressões típicas de planta contra quatro combinações material + ribbon. Escolha a linha que cobre o seu pior caso, não a média.
Na planta, sempre poliéster com resina. A diferença de custo por etiqueta é menor que uma única peça mal identificada.
O fluxo produtivo em 4 momentos: identificação desde a entrada da matéria-prima até a expedição do produto acabado.
Identificação de insumos com código serializado desde a entrada no armazém.
Estoque controladoIdentificação de lotes em linha com códigos 1D ou 2D conforme norma interna.
Lotes rastreáveisCodificação final do produto com tracking, lote e validade.
Identificação completaEtiqueta de saída com código de tracking, pronta para integrar com logística.
Saída sem reprocessosO rendimento depende de que impressora, etiqueta, ribbon e leitor sejam compatíveis.
Consultar combinação recomendada

Te ajudamos a definir a combinação correta antes de comprar.
Quanto mais claras estiverem essas variáveis ao consultar, mais concreta e útil será a recomendação que receberá.
Quantas etiquetas por turno e se a linha para: define desktop ou industrial.
Óleo, solventes, calor ou abrasão: define poliéster com resina ou um sintético mais econômico.
Metal, plástico, papelão ou peça curva: muda o adesivo e o tamanho.
Code 128, QR ou DataMatrix e quanto mede: um código pequeno pede 300 dpi.
Se imprime do ERP ou MES, pela rede ou de um PC: define a conectividade.
Semanas em processo ou anos no ativo: muda material, ribbon e custo.
Com essa informação podemos te recomendar melhor.
As consultas que mais recebemos quando alguém monta ou renova um sistema de identificação em planta.
Para produção contínua costumam funcionar bem Zebra ZT411, SATO CL4NX ou Honeywell PM45: chassis metálico, largura de impressão ampla e conectividade para integrar com ERP ou MES. Se o volume é baixo ou o espaço limitado, há alternativas semi-industriais mais compactas. Te ajudamos a avaliar ritmo, largura e conectividade antes de escolher.
Geralmente etiquetas sintéticas (poliéster ou polipropileno) se houver atrito, umidade ou químicos; térmicas comuns para identificação de curta vida. A escolha depende do ambiente onde a peça vai circular e quanto tempo deve permanecer legível.
Se a leitura é em ponto fixo (linha, mesa, expedição), um leitor de mão basta. Se precisa percorrer corredores, contar matéria-prima em estoque ou trabalhar offline, convém avaliar um coletor de dados. A escolha depende do fluxo de trabalho e do percurso do operador.
Conte-nos o que precisa identificar, qual volume e em que ambiente a etiqueta é aplicada. Recomendamos impressora, etiqueta, ribbon e leitor conforme sua operação industrial.